domingo, 2 de novembro de 2008

Agora me falta o chão

A onde ir

O mar

Onde ficar




Falta-me a fala

O luar

O desejo de amar




E agora que a luz se apagou

O sol desceu

E a lua surgiu

Não te espero mais

Queria poder te ver

Queria poder te sentir

Queria ver a vida voltar

E não o tempo ruir




Amo-te

Apesar de tudo amo

Amo a minha decadência prodiga

A meu sofrimento barato

A minha vida sofrida

E a um ser desvairado.

(pesso a meus leitores, que acredito não serem muitos, que me perdoem por minha falta de senso poético e criatividade, e por muito, meus erros ignóbeis de língua portuguesa, entretanto aprendemos com nossos erros e com eles espero melhorar obriga pela compreensão )

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